Tristeza com a esquerda brasileira. Decepção ao centro

Uma perspectiva sombria

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Por Edir Veiga 01 de fevereiro, 2015 - 15h56

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2015: governos e políticos sob mares entrópicos

Dos tarifaços ao mega escândalo da Petrobrás

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Por Edir Veiga 29 de janeiro, 2015 - 13h44

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Tristeza com a esquerda brasileira. Decepção ao centro

Uma perspectiva sombria

em por Edir Veiga 01 de fevereiro, 2015 - 15h56

 

Ando depressivo com as perspectivas da luta socialista no Brasil. Dediquei mais de 20 anos de minha vida no projeto de esquerda. O PT chegou ao governo, realizou  ações únicas de inclusão social e distribuição de renda. Mas o PT  vem me envergonhando desde 2005. O Maior patrimônio desta legenda foi jogado no lixo. A luta pela renovação histórica da classe política brasileira foi perdida. Pelo menos pela via da esquerda.   O PT não conseguiu produzir uma classe política ética e republicana nas relações, na sociedade e dentro do Estado democrático de direito. Os episódios do mensalão e da Petrobrás ilustram estes fatos incontestáveis.

Mas apesar de tudo, o PT cunhou  uma marca que ninguém pode lhe tirar. Ninguém  não pode dizer de que o PT não é o partido voltado aos mais pobres. Os avanços na inclusão educacional dos mais humildes são incontestáveis. A distribuição de renda e o combate  à fome  são fatos. Mas hoje o PT é um partido da ordem. Um partido que não conseguiu se transformar em uma ferramenta de produção de uma revolução ética, cultural e moral na sociedade brasileira. Enfim, o PT se transformou  num partido social conservador, pois não combateu o capitalismo em seu conteúdo mais central: a dominação psicológica, valorativa e cultural. O PT é um partido patrimonialista em todas as suas versões.

Esta é a enorme decepção pela esquerda. Mas os social democratas e liberais em todas as suas matizes também mantiveram-se no patamar do patrimonialismo nas relações com o Estado nacional e suas esferas subnacionais e locais. O Pará é o maior exemplo de que nosso estado não teve nos últimos 85 anos, governantes capazes de construir e reproduzir uma fração de classe política ética e republicana e, muito menos competente administrativamente na gestão política de nossos recursos financeiros em direção a obras estruturantes em todas as esferas da vida.

Noventa por cento da sociedade não dispõe das condições básicas de vida: saneamento, segurança, assistência digna à saúde; Mobilidade urbana na região metropolitana; Tratamento de resíduos sólidos; Plano diretor do desenvolvimento econômico; Portos e aeroportos;Pavimentação asfáltica de alta qualidade e, Gestão eficaz e eficiente dos serviços públicos.

Parece que uma sociedade onde a metade vive em padrões africanos de vida, não vem conseguindo produzir uma classe política republicana e competente na gestão do Estado em todas as suas dimensões. Parece que mais uma vez é o Estado que vira o centro mobilizador da renovação da sociedade e da política. Parece que o Ministério Público, A Polícia Federal e as universidades, deverão assumir a liderança de mecanismos que venham a republicanizar e qualificar uma classe média. Parece que sem desenvolvimento econômico municipal não produziremos uma sociedade civil autônoma, capaz de vir a controlar a classe política.

Diria que hoje estamos sentido os sintomas de tsunamis sociais que se gestam. O junho de 2013 vive a assombrar os governantes. Mas parece que da sociedade não surgirá nenhuma alternativa civil e democrática para enfrentar os problemas. A esquerda está moralmente destroçada no Brasil e precisará de pelo menos duas décadas de muita prática republicana para superar os anos de mensalões e petrolões. A direita está às espreitas. Liberais e esquerda democrática deverão dosar seus confrontos para impedir uma saída facista para o Brasil.

Um abraço a todos.

Viva 2015.

 

 

 

 

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2015: governos e políticos sob mares entrópicos

Dos tarifaços ao mega escândalo da Petrobrás

em por Edir Veiga 29 de janeiro, 2015 - 13h44

 A partir de fevereiro retomarei  meus comentários  analíticos semanais sobre a vida política brasileira e paraense.  Este início de ano começa embalado pela política nacional onde o desequilíbrio nas contas públicas, os tarifaços do governo Dilma e o mega escândalo da Petrobrás comandam o noticiário político nacional.

No plano estadual tudo continua em seu caminho cotidiano a partir   do início do terceiro governo de Simão Jatene e da segunda gestão de Márcio Miranda  na assembleia legislativa. A novidade é a reforma administrativa comandada pelo governador com a extinção de órgãos, fusão de outros e a busca pela ampliação do poder infra estrutural do governo estadual para o oeste,  sul e sudeste do Pará, a partir da criação dos centros regionais de governo.

Seguramente, a notícia nova na política do estadual vem da oposição, onde o PMDB paraense emplacou o nome do ex candidato ao governo Helder  Barbalho no ministério Dilma.  Helder operando a partir do planalto promete se cacifar política e administrativamente para os futuros embates políticos no Pará.

O PT, o grande derrotado nas disputas para as assembléias legislativas estadual e nacional  ainda respira com a eleição para o senado de Paulo Rocha. Já o PSDB saiu minúsculo  no Pará na disputas para a  representação na câmara dos deputados. O PSD, que de fato representa o investimento de Jatene no Pará sai fortalecido com sua bancada estadual e federal.

Agora o poder político municipal começa a entrar na agenda eleitoral que se aproxima em 2016. Zenaldo e Pioneiro na região metropolitana e Von  em Santarém devem mostrar os resultados da capacidade administrativa do tucanato nas grandes cidades num contexto de escassez de recursos, carência histórica de infraestrutura social e física destas cidades e com a violência endêmica mantendo-se estável em sua incidência estadual.

Neste momento é a política nacional que chama atenção de toda a sociedade. Dilma, rejeita arrochos ortodoxos no corte de despesas públicas e aposta nos tarifaços com cortes moderados nos gastos sociais para diminuir o desequilíbrio orçamentário. Tudo muito normal, afinal todos sabiam que o ano de 2015 seria difícil para o Brasil, principalmente após um ano eleitoral de muitos gastos.

O escândalo da Petrobrás promete deixar as instituições públicas mais transparentes, mais organizadas e armadas para fechar os ralos da corrupção. O governo petista, a partir deste escândalo  perde em definitivo seu discurso histórico em torno da ética na política e, parece que se agarrará na marca do Partido do Social. Este macro escândalo parece abrir as portas para o fim do financiamento empresarial nas campanhas eleitorais.  Espero  que o Ministério Público, a Polícia Federal e o Poder Judiciário iniciem a operação “Mãos Limpas” no Brasil e se estenda a todas as esferas de Estado.

No plano internacional Os Estados Unidos começam, após 6 anos de estagnação, a retomada do crescimento de seu Produto Interno Bruto. A Organização dos países Exportadores de Petróleo-OPEP organiza um gigantesco dumping para quebrar países como Brasil, EUA e Venezuela  na competição global do ouro preto. E as organizações terroristas orientais começam uma onda de ataques na Europa.

É com este tempero que retomo as postagens do Bilhetim para o ano de 2015.

Tenho dito.

 

 

 

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DETRAN: saiu da UTI mas pode voltar a adoecer

Novo governo e o velho patrimonialismo

em por Edir Veiga 14 de janeiro, 2015 - 14h11

 

Hoje estive no Departamento Estadual de Trânsito- DETRAN. Nesta ocasião recebi a queixa de funcionários de carreira que manifestaram enorme preocupação de que o DETRAN volte a cair nas mãos de políticos profissionais. Só para recordar, o DETRAN passou nos últimos anos por enormes conturbações. Foram greves e denúncias sistemáticas de corrupção envolvendo a alta cúpula do órgão.

No ano passado, o governador do estado encontrou uma solução que veio acalmar os ânimos neste órgão público, a nomeação de uma funcionária de carreira veio atender dois objetivos centrais naquele momento:  apaziguar os ânimos com a categoria que via-se secundarizada por “paraquedistas” que ocupavam cargos técnicos, mas que não tinham formação técnica necessária e de outro esmaecer as denúncias de corrupção.

Passados o período de turbulência parece que o DETRAN  reencontrou seu caminho, a  ocupação de toda a direção do DETRAN pelos funcionários de carreira parece que foi o santo remédio para os  amenizar efeitos entrópicos que vinham sendo causados pelo politicismo exagerado dos cargos públicos  desta instituição com resultados desastrosos para o serviço público e para as finanças do órgão.

O DETRAN deixou de ser deficitário e passou a ser superavitário. A paz interna foi alcançado e este órgão deixou as páginas policiais. Passados pouco mais de um mês  da reentronização do governador Jatene, os boatos indicam que a cúpula tucana quer repassar o DETRAN para pessoas que desconhecem o funcionamento da máquina técnica e administrativa que é o DETRAN.

Fala-se a boca pequena que  um policial civil graduado está sendo “costurado” para assumir o órgão. Os funcionários encontram-se apreensivos. Os tucanos já teriam batido o martelo, e parece que mais uma vez o caos começa a retomar seu caminho à frente do DETRAN. Este órgão é essencialmente técnico e assim deveria ser tratado pelo governo.

Parece que a crença dos tucanos menos graduado começa a se apagar. Todos acreditavam que este quarto governo Jatene seria a expressão de uma gestão voltada para resultadas. Os políticos teriam seu espaço, faturariam em cima das obras do governo, mas os cargos seriam ocupados por gente especializada  nas áreas essencialmente técnica. Seria mais um estelionato eleitoral?

É ver para crer.

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TV IVeiga: Intervenção tática e as eleições de 2016

em por Edir Veiga 10 de dezembro, 2014 - 00h00

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2014: a incerteza como estratégia de vitória

em por Edir Veiga 09 de dezembro, 2014 - 05h08

 

Dilma e Jatene  se reelegeram com margem estreita de votos. Dilma e Jatene tinham contra sí o longo período de seus partidos e grupos à frente do destes governos. Dilma e Jatene venceram porque foram competentes em trabalhar de forma concertada  duas variáveis centrais em uma disputa eleitoral:  a criação de incertezas e o uso da máquina de governo como substrato para uma competente estratégia eleitoral.

Dilma  criou incertezas para a maioria do eleitorado usando os programas sociais, em especial o bolsa família como instrumento de demonização da candidatura Aécio.  Jatene criou incertezas ao eleitorado da capital utilizando as denúncias recorrentes   contra o senador Jáder para atingir a candidatura Helder.

Dilma prestou contas de forma competente de seu mandato. Jatene, com poucas obras,  fez a distribuição do cheque moradia e do asfalto pré-eleitoral como arma para conquistar o eleitorado mais pobre da nossa capital e adjacências.

Por certo os fatores que podem explicar vitórias e derrotas são muitos, mas têm os principais e os secundários. Estou me referindo aos principais. Eu diria que Dilma e Jatene ganharam as eleições porque ganharam o grande debate. Sozinhos, bolsa família e cheque moradia não explicam as vitórias de Dilma e Jatene. Mas podemos dizer que Dilma e Jatene conseguiram, de forma vitoriosa, convencer a maioria doo eleitorado das incertezas que adviriam com as possíveis vitórias de Aécio e Helder.

Nada  que foi utilizado nestas campanha são estranhos ao mundo da competição eleitoral numa democracia de massas.  O que me parece imaturo  é a oposição nacional querer realizar o terceiro turno no “tapetão”. Esta ação me lembra muito as ações da UDN durante a república de 1946. A cada derrota udenista advinham ações legais contra a posse do presidente ou do vice, a exemplo de 1950, 1955 e 1961. O resultado, foi o golpe de 1964.

Mas, voltando à temática central deste ensaio, podemos concluir que partidos e candidatos devem retirar muito aprendizado estratégico das eleições de 2014: candidato que não der tratamento especializado à temas que lhes demonizem está fadado ao fracasso. Nunca um candidato ao governo que ostentou avaliação de governo abaixo de 30% ganhou uma eleição no Brasil redemocratizado.

Jatene ganhou estas eleições com menos de 30% de avaliação positiva. Ou seja, a demonização bem construída pesou mais, em Belém, do que a gestão sofrivelmente avaliada de Simão Jatene. Belém. Garantiu a vitória tucana em 2014 no Pará. Portanto, candidato que ostentar histórias divulgadas como negativa e assim  percebida pelo eleitorado deve tratá-la, antecipadamente, para entrar na competição eleitoral menos propenso aos ataques dos adversários.

Tenho dito.

 

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TV IVeiga: O governo e a agenda pública nacional

em por Edir Veiga 02 de dezembro, 2014 - 19h21

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TV IVeiga: As perspectivas para o segundo turno no Pará

Breve análise sobre os caminhos que conduzem o segundo turno

em por Edir Veiga 20 de outubro, 2014 - 14h03

Mais uma produção da TV IVeiga. Assista:

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Hélder desponta com 7,4% de vantagem

Votos válidos, estimulado e espontâneo

em por Edir Veiga 18 de outubro, 2014 - 07h51

 
 
 
 

OBJETIVO: Levantar com eleitores da área em estudo opiniões relacionados a assuntos políticos/ administrativos.

LOCAL: Santarém/PA; Monte Alegre/PA; Breves/PA; Portel/PA; Afuá/PA; Muaná/PA; Belém/PA; Ananindeua/PA; Abaetetuba/PA; Cametá/PA; Bragança/PA; Capanema/PA; Moju/PA; Igarapé-Miri/PA; Tomé-Açu/PA; Acará/PA; Viseu/PA; Marabá/PA; Parauapebas/PA; Tucuruí/PA; Paragominas/PA; Redenção/PA; Itaituba/PA; Altamira/PA,

PERÍODO DE CAMPO: 13/10/2014 a 17/10/2014.

Registro no TSE – BR 01116/2014– Presidência

Registro no TRE/PA: PA – 00050/2014 – Governador.

AMOSTRA:A amostra é representativa dos eleitores da área pesquisada e foi selecionada proporcionalmente ao número de eleitores por local de votação, agrupados por Distritos Administrativos e bairros.

NÚMERO DE ENTREVISTAS: Foram realizadas 1200 entrevistas.

INTERVALO DE CONFIANÇA/MARGEM DE ERRO: O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 3 pontos Percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

 

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Hélder amplia vantagem:votos válidos- 53.7% a 46.3%

Vantagem é acima da margem de erro.

em por Edir Veiga 18 de outubro, 2014 - 07h50

1. Em quem você votaria para governador no segundo turno? Espontâneo

Candidato

 

Frequência

Percentual

Helder Barbalho

573

47,8%

Simão Jatene

497

41,4%

Branco / Nulo

59

4,9%

Não sabe / Não opinou

71

5,9%

Total

1200

100,0%

 

2. Em quem você votaria para governador no segundo turno? Estimulado

Candidato

 

Frequência

Percentual

Helder Barbalho

589

49,1%

Simão Jatene

507

42,3%

Branco / Nulo

65

5,4%

Não sabe / Não opinou

39

3,3%

Total

1200

100,0%

 

3. Em quem você votaria para governador no segundo turno? VOTOS VALIDOS

Candidato

 

Frequência

Percentual

Helder Barbalho

589

53.7%

Simão Jatene

507

46,3%

Total

1096

100,0%

 

4. Qual desses candidatos você NÃO votaria para governador do Pará?

Candidato

 

Frequência

Percentual

Helder Barbalho

457

38,1%

Simão Jatene

493

41,1%

Não sabe / Não opinou

250

20,8%

Total

1200

100,0%

 

5. Em sua opinião, quem vai ganhar a eleição para Governador do Estado do Pará? (Espontâneo)

Candidato

Frequência

Percentual

Helder Barbalho

638

53,2%

Simão Jatene

449

37,4%

Não sabe / Não opinou

113

9,4%

Total

1200

100,0%

 

6. Se a eleição para segundo turno fosse hoje, em quem você votaria para Presidente do Brasil? (Espontâneo)

Candidato

 

Frequência

Percentual

Dilma

581

48,4%

Aécio Neves

526

43,8%

Branco/Nulo

44

3,7%

Não sabe / Não opinou

49

4,1%

Total

1200

100,0%

 

7. Se a eleição para segundo turno fosse hoje, em quem você votaria para Presidente do Brasil? (Estimulado)

Candidato

 

Frequência

Percentual

Dilma

591

49,3%

Aécio Neves

528

44,0%

Branco/Nulo

45

3,8%

Não sabe / Não opinou

36

3,0%

Total

1200

100,0%

OBJETIVO: Levantar com eleitores da área em estudo opiniões relacionados a assuntos políticos/ administrativos.

LOCAL: Santarém/PA; Monte Alegre/PA; Breves/PA; Portel/PA; Afuá/PA; Muaná/PA; Belém/PA; Ananindeua/PA; Abaetetuba/PA; Cametá/PA; Bragança/PA; Capanema/PA; Moju/PA; Igarapé-Miri/PA; Tomé-Açu/PA; Acará/PA; Viseu/PA; Marabá/PA; Parauapebas/PA; Tucuruí/PA; Paragominas/PA; Redenção/PA; Itaituba/PA; Altamira/PA,

PERÍODO DE CAMPO: 13/10/2014 a 17/10/2014.

Registro no TSE – BR 01116/2014– Presidência

Registro no TRE/PA: PA – 00050/2014 – Governador.

AMOSTRA:A amostra é representativa dos eleitores da área pesquisada e foi selecionada proporcionalmente ao número de eleitores por local de votação, agrupados por Distritos Administrativos e bairros.

NÚMERO DE ENTREVISTAS: Foram realizadas 1200 entrevistas.

INTERVALO DE CONFIANÇA/MARGEM DE ERRO: O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 3 pontos Percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

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TV IVeiga: Análise sobre a primeira pesquisa do 2º turno

em por Edir Veiga 14 de outubro, 2014 - 16h47

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Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar aqui.


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