Os protestos e uma agenda positiva
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por Edir Veiga
19 de junho, 2013 - 19h23
Hoje, (19) os governos de São Paulo e Rio de Janeiro anunciaram a redução das tarifas de transportes coletivos. Quando o repórter perguntou para uma estudante que representava o movimento “Passe Livre” quais seriam os rumos do movimento, a estudante respondeu: “Agora a luta é pelo passe livre”.
A resposta da líder estudantil do movimento pelo passe livre revela o limite das lideranças que convocaram e originaram, a partir de São Paulo, o movimento que vem assolando todo o país nos últimos dias.
Estas jovens lideranças não foram capazes de interpretar o sentido da participação de grande massa popular que vem protagonizando o movimento de ruas mais importante dos últimos 21 anos. A resposta da jovem estudante pareceu-me pífia, quase ingênua. E, o que é mais deprimente, este movimento “passe livre” é uma bandeira de luta inspirada em micro partidos de esquerda como o PSTU, PSOL e Causa Operária. Nada contra estas organizações, o que é mais deprimente é que estes estudantes podem entender que estão vivendo aquilo que o trotskismo chama de “revolução permanente, ou seja, para cada reivindicação atendida, estende-se a mobilização para outra reivindicação , e assim por diante, até demonstrar o limite dos governos capitalistas frente às demandas do povo. No fundo, é a busca pela transformação de movimentos de massas em ações revolucionárias.
Parece claro que existe uma miríade de interesse que anima a participação neste belíssimo movimento social em emergência no Brasil: é a indignação contra a classe política, contra as organizações partidárias, contra a corrupção, contra a falência do funcionamento do poder público na esfera municipal e estadual, contra a nascente inflação que vem corroendo o poder aquisitivo dos assalariados e de segmentos médios da sociedade. É a tolerância zero que vem se manifestando, a partir de chamados através das redes sociais virtuais.
Creio que neste momento chegou a hora dos partidos da democracia se apresentarem, incorporarem a agenda que vem emergindo neste vigoroso movimento social e apresentar uma agenda política positiva e estruturante e aprova-la dentro do congresso nacional.
Esta agenda deve incorporar de forma vigorosa alguns temas que vem sendo apresentada nas manifestações, tais como: 1-Reforma política que garanta racionalidade na escolha dos representantes parlamentares, através do voto em lista fechada. Acabando com o divórcio entre representante e representado. Esta temática que vem sendo denunciada nas manifestações.
2-Reforma tributária onde os estados mais ricos financiem o desenvolvimento dos mais pobres e que seja desconcentrado os tributos da União em direção aos municípios.
3-Destinação integral dos recursos do Pré-Sal para educação.
4-Instalação do governo eletrônico para o controle dos gastos dos recursos municipais, como mecanismo de combate à corrupção.
5-Endurecimento do Código Penal para crimes do colarinho branco.
6-Autonomia dos Ministérios Públicos e do Poder Judiciário em relação aos governos com o fim das listas tríplices e sêxtuplas para nomeação de Procuradores, desembargadores, e ministros dos tribunais superiores e de Justiça.
7-Fim do orçamento autorizativo e aprovação do orçamento impositivo para as emendas parlamentares com a finalidade de acabar com a tutela orçamentária do executivo sobre o legislativo.
8-Aprovação do financiamento público de campanha eleitoral para finalizar com a relação promíscua entre empresas, partidos e parlamentares.
9-Criação de um Fundo Nacional para financiar a meia passagem com verba do tesouro nacional, acabando com a incidência desta vantagem sobre as tarifas de passagens, onde o pobre financia a meia-passagem de segmentos mais ricos da sociedade.
10-Criação de uma instituição metropolitana capaz de gerir os serviços de mobilidade urbana, segurança, resíduos sólidos e abastecimento de água.
11-Redução dos custos percapta dos membros do congresso nacional.
12-Criação de uma instituição federal, estadual e municipal, autônoma e independente, com capacidade técnica, capaz de controlar a aplicação dos recursos públicos a partir do resultado e não, apenas, da burocracia documental.
13-Prioridade absoluta na construção de escolas de tempo integral nos bairros mais carentes das grandes, médias e pequenas cidades.
14-Aprovar alteração no Estatuto da Criança e do Adolescente, determinando que todo menor que reincidir em crimes hediondos, venham a ser tratados como adultos.
Notem bem. Esta não deve ser uma agenda de propaganda. Esta agenda deve ser assumida por toda a classe política e movimentos sociais e democráticos, para serem aprovados pelo congresso nacional. Seria um pacto nacional que sintetizaria uma resposta objetiva à sociedade brasileira em nome de Estado Democrático de Direito.
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Jornadas cidadãs: tentando interpretá-las
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por Edir Veiga
19 de junho, 2013 - 05h13
Qual o caráter do movimento que vem tomando conta das ruas do Brasil? Os governos começam a acenar com a redução entre 5 e quinze centavos nas tarifas dos transportes urbanos. Até parece que este povo está atrás de centavinhos, nestas jornadas juninas.
Me proponho a fazer um ensaio sobre a gênese deste movimento e do seu curso futuro. Creio que estamos diante de algo absolutamente novo nos movimentos sociais na América Latina e dentre os países emergentes.
É um movimento que atende chamado, inicialmente, dos movimentos estudantis secundaristas e universitários, mas provém de comunicação virtual, ou seja, das redes sociais, sãos os facesbooks “chegando às praças”.
É um movimento, como disse o comandante da PM de São Paulo. “sem dono”, ou seja, é mais espontaneístas, do que controlado, a priori, por organizações tradicionais da sociedade civil. É um movimento que enxerga como extra-terrenos os grupelhos de esquerda que insistem em tentar conduzir o movimento para o confronto físico e para a depredação do patrimônio público.
É um movimento que rejeita a intromissão de partidos, políticos e de governos. É um movimento, que nascidos no seio da juventude, vem atraindo a população como um todo, entenda-se: assalariados, segmentos de classes médias, este movimento consegue neutralizar até a mídia conservadora , outrora, insensível aos movimentos de massas.
Creio que a psicologia política deve tentar entender este fenômeno de massas, pois acredito que a sociedade brasileira atingiu o “limiar de tolerância política”. Para onde vai este movimento? Não sei, mas certamente tem duas possibilidades imediatas: encerrar suas ações assim que o governo dê respostas às reivindicações imediatas, relacionadas ao preço de passagens em transporte coletivo, ou, começarmos a assistir alguma coisa absolutamente inédita no Brasil, qual seria:
Movimentos de massas, funcionando em ondas, aceitando convocação a partir das redes sociais virtuais, para temas de grande interesse social, ou seja, seria o nascimento efetivo da era de aquários, no curso inicial do século XXI, que sinalizaria a presença de um século de mudanças, de punição de corruptos e de uma virada na qualidade dos serviços públicos para as massas.
Caso este movimento venha a ser manter vivo e atuante, em escalas de milhões, e que venha a exigir, sem trégua a melhorias dos serviços públicos em base municipal, outros movimentos, necessariamente se seguirão, qual seja:
Prefeitos migrarão em direção aos governos dos estados e estes “cercarão” o governo federal em busca de uma reforma tributária de cunho federativo em dois sentidos: do estados ricos em direção aos estados mais pobres e da União em direção aos municípios.
Esta é a solução democrática, para crise, no curto-médio prazo para que estas reformas estruturais venham a ser executadas. Se, os cenários de manifestações em “ondas” vierem a acontecer no Brasil, não tenho dúvida, ou as elites governantes, à direita e à esquerda, se adiantam, e antecipam as decisões, ou, consequências imprevisíveis poderão advir, no campo da política. Não creio em soluções tradicionais ou comandadas pelos grupúsculos de esquerda. Poderia surgir um novo “salvador” da Pátria, pela direita, a galvanizar as massas descrentes neste modelo de democracia. O que seria terrível.
Uma coisa parece líquida e certa: o sistema representativo brasileiro, baseado na lista aberta, faliu, 70% dos cidadãos não sabem em quais deputados votaram, dois anos após a realização dos pleitos parlamentares.
As câmaras de vereadores e assembleias legislativos, dependente do orçamento do executivo, mas se esforçam em agradar o governante, do que representar os interesses da população.
No espaço municipal, os serviços públicos de saúde, educação, segurança não funcionam. As delegacias de polícias não conseguem fazer boletins de ocorrências com celeridade. Prefeitos e vereadores, a cada dia, são pegos em esquemas de corrupção.
Enfim: O limiar de tolerância popular aos governos, aos partidos, e aos políticos foi atingido. O que vem por aí? Creio que será a mobilização em tempo real, pelas redes virtuais, contra os desmandos dos governantes. Qual o alcance destas ações? Não sei, é algo totalmente inusitado para os padrões tradicionais das atividades políticas. Uma coisa eu sei: acabou o monopólio das atividades políticas pelas organizações tradicionais da sociedade do século XXI, que o digam a Líbia e a Síria.
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BRASIL: 17-06- 2013: JORNADAS CIDADÃ
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por Edir Veiga
17 de junho, 2013 - 18h52
Em São Paulo a luta contra o reajuste das tarifas de ônibus desencadeou um movimento de massas nas principais capitais do Brasil. Este movimento é apenas a ponta do iceberg de um sofrimento latente da classe trabalhadora, de estudantes e que pode vir a galvaniza parte das classes médias urbanas como consequência de uma inflação que atinge este segmento de forma diferenciada.
Parece ser constatação objetiva que estes segmentos sociais estão muitos sensíveis à convocação para manifestações, que pareciam adormecidas no Brasil, desde o advento do governo popular de Lula e Dilma em nosso país.
Muitas interpretações podem advir a partir do atendimento popular à esta chamada à mobilização, por parte dos usuários de ônibus, sejam eles trabalhadores ou estudantes, ou mesmo, contra a ineficácia e ineficiência do Estado nas esferas municipais e estaduais, no que concerne à oferta de serviços públicos básicos.
Assistência à saúde precária, incapacidade do aparato de segurança em responder à demandas de proteção preventiva e coercitiva à criminalidade, educação de país periférico, mobilidade urbana caótica, inflação persistente com efeito diferenciado para as classes médias e escândalos permanentes de corrupção parecem ser parte do combustível que vem colocando parte da sociedade brasileira em pé de guerra.
Neste contexto de lutas sociais emergentes, muitas interpretações sobre o alcance destas iniciativas populares advém, a mais anacrônica e destrutivas , são aquelas que interpretam de forma instrumental este belíssimo movimento. São as interpretações da velha esquerda do século XIX, que já sonham em transformar este movimento cidadão em ferramenta para os seus devaneios revolucionaristas.
Que cena mais deprimente foi observada no Rio de Janeiro, quando trezentas pessoas armadas de coquetéis molotov atacaram a Assembléia Legislativa, picharam o palácio imperial, ontem (17), enquanto, no entorno, a massa de cem mil pessoas, cercava estes desordeiros, e os desaprovava publicamente e pedia que estes “revolucionários de merda” parassem com aquele espetáculo que poderia por a perder este autêntico movimento, que poderá fazer os governantes brasileiros, nas esferas municipal, estadual e federal, se voltarem efetivamente para uma agenda social de emergência.
É preciso que os movimentos sociais que estão convocando estas manifestações, articulem imediatamente uma plataforma nacional capaz de unificar todo este movimento nacional e se dirija imediatamente aos governos federal, estaduais e municipais e proponha uma mesa de negociação com metas de curto e médio prazo.
Deste processo de mobilização social da sociedade brasileira deve emergir um fórum nacional, com ramificações estaduais e municipais, capaz de organizar e dirigir este movimento social de massas, sem preconceito com nenhuma organização política ou social, mas que mantenha distância de qualquer forma de aparelhamento partidário, impulsionando, potencializando e organizando politicamente este movimento social em nascimento no Brasil.
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carlos frança (18 de junho, 2013 - 17h27)
Muito bom!
Carlos França (18 de junho, 2013 - 17h38)
Uma clara e lúcida análise.
Governo Dilma: Da marolinha ao banzeiro econômico
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por Edir Veiga
14 de junho, 2013 - 05h17
Não tenhamos dúvida. Avaliação de governo e economia andam juntos. Neste momento o govenro Dilma passa por incertezas na economia e todas as receitas monetárias tem falhado.
Baixa de juros da taxa selic. Desvalorização do real. Incentivo ao consumo do mercado interno.
Hoje tudo está de perna para o ar: Aumento da taxa selic. Valorização do real. E insistência no maior estímulo ao consumo, através de políticas creditícias.
Aumento da taxa selic gera aumento dos custos dos importados com reflexo na inflação causado pela importação relativa aos custos de bens de capital.
O estímulo ao consumo do mercado interno estimula a inflação por demanda.
Parece que estas iniciativas não tem controlado a inflação que ameaça ser inercial: isto aponta para a estagflação, que num contexto de baixa de consumo aponta para o DESCRÉDITO DOS INVESTIDOS E DO MERCADO COMO UM TODO NAS POLÍTICAS DE GOVERNO. Todos estão temendo disparada de inflação. Ou seja, ações orçamentária de governo tem gerado instabilidade nos investidores.
Parece o efeito manada. O governo tem de sinalizar, no curto prazo, com medidas amargas, de conteúdo liberal, sob pena de entrar em um círculo vicioso na economia com consequências inimagináveis no médio prazo, ou seja, em 2014.
Combater a inflação no longo prazo significa diminuir os custos Brasil, e estas medidas para não respingar na massa salarial, deve ser dirigido para o barateamento dos custos da produção, daí medidas como: modernização dos portos e aeroportos, construção de ferrovias e hidrovias e desoneração tributária na produção e no consumo, são medidas necessárias, urgentes, mas que geram grandes conflitos, são custosas economicamente e não geram votos no curto prazo.
O sinal amarelo está aceso ao governo petista no plano federal.
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Márcio Ponte (14 de junho, 2013 - 05h37)
Essa análise foi das mais sóbrias que li desde a despencada da popularidade de Dilma. Parabéns queridão, como sempre consubstanciado na ciência política, sem deixar de lado o empirismo da vossa experiência. Abrcs
2014: as apostas tucanas no Pará
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por Edir Veiga
12 de junho, 2013 - 06h21
Ouvindo tucanos de altas plumagens percebi que para os políticos graduados que estão mandando no Pará, as alianças para 2014 ainda estão em aberto.
Em outras palavras, estes tucanos acham que é muito cedo para achar que são favas contadas a aliança entre PMDB-PT. Ou seja, tem muito cacique petista no estado que acha que não é tático apoiar nenhuma candidatura em primeiro turno.
Uma coisa parece certa: caso o militância petista venha a abraçar uma eventual candidatura Helder em primeiro turno no Pará estaremos diante de uma revolução política dentro da federação de tendências que é o PT.
Portanto, forçar o PT a entrar apriori numa coligação com o PMDB em primeiro turno é gastar energia desnecessária e despotencializar uma candidatura de oposição em segundo turno, haja vista que não creio que as tendências petistas venham a abraçar a candidatura Helder em primeiro turno.
Claro, para o PMDB seria melhor que a coligação já se perfilasse desde o primeiro turno em um estado continental como o Pará, seria menos caro atingir todos os rincões do estado e potencializaria a ideia de uma ampla frente oposicionista.
A cultura petista, à revelia dos caciques, indica que o PT não faria campanha, em primeiro turno, para um candidato de centro, como é o caso de Helder.
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Moisés Ferreira Pinheiro (12 de junho, 2013 - 10h05)
Haja reza "braba"para que o PT lance candidato em no 1º turno. todavia, o desgaste de Simão Jatene é muito grande nas regiões rancorosas do plesbicito. E, a meu ver, tais regiões é que decidirão o pleito para Governador em 2014. Assim, ... ..
Claro-TV: estou sentido-me lesado
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por Edir Veiga
12 de junho, 2013 - 06h10
Como papão roxo resolvi assistir os jogos pela série B. Liguei para 10699 e solicitei um pacote com os jogos do paysandú. A jovem que me atendeu afirmou que só poderia fazer o pacote para todos oos jogos da série B. Fechei contrato de 65 reais por mês. Tive garantido que todos os jogos do lobão seriam transmitidos. ao vivo.
Ontem(11) me preparei para assistir o jogo do lobão do norte. O Jogo do paysandu não foi transmitido pela Claro-TV. Passei quase uma hora ligando para 10699 e só ouvia uma musiqquinha chata. Estou me sentindo com cara de palhaço.
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Moisés Ferreira Pinheiro (12 de junho, 2013 - 10h08)
A claro tem toda razão, afinal, não existem jogos programados para nenhum lobão, mas sim para uma lobinha fácil de domar! Ah! Ah! Ah!
Nei (15 de junho, 2013 - 16h21)
A Claro TV é só uma operadora de Tv a cabo...sendo assim não tem poder sobre as transmissões esportivas...todos deveriam saber disso. Geralmente os Pacotes são de Torneios e não de jogos específicos de 1 time.
Abilio Couceiro (17 de junho, 2013 - 14h33)
Também tenho Claro TV e tenho assistido a todos os jogos normalmente.
Marituba: o duelo entre o governo Jatene e PMDB
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por Edir Veiga
10 de junho, 2013 - 07h11
No dia 4 de agosto teremos eleições em Marituba. Os principais contendores serão o candidato pemedebista Elivan Faustino do PMDB e Mário0 Filho do PSD, que é um braço do PSDB.
Como esta é uma eleição solteira, todos os olhos estarão voltados para esta disputa. O Bloco do PMDB está, visivelmente, atuando de forma articulada e tem o claro objetivo de impor uma derrota ao tucanato.
Quem tiver maior capacidade argumentativa no corpo a corpo e maior poderio de máquina tem boa vantagem sobre o adversário. Mário Filho luta contra a boataria em torno de sua cassação em 2012, que foi consequência direta de desorganização em suas prestações de contas, hoje já aprovadas.
Elivan conta com o desgaste de Mário Filho, quando de sua cassação, para ampliar suas chances de vitória. Elvan foi candidato a vice de Mário Filho na disputa de 2012 em Marituba.
As chances de Mário Filho se ampliam se a máquina tucana entrar em campo, uma vez que a máquina pemedebista já está agindo. Caso os tucanos venham a se abster desta disputa, as chances de Elivan e do PMDB aumentam, e muito.
Vamos acompanhar os próximos lances desta disputa.
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VALERIA ALMEIDA (12 de junho, 2013 - 16h52)
Conheço bem a política de Marituba, Mario filho não ganha a eleição , hj se vc fizer uma pesquisa ELIVAN sai na frente com pelo menos 15 %, na frente de Mario, que vai perder apoios e vai terminar uns 20% atraz de ELIVAN. O pouco tempo que Mario ficou comandando com o Ver. MELO ele perderam lideranças, isso foi fatal nem o GOVERNADOR VIRA ESSE JOGO, não estou aqui escrevendo por emoção, e sim por percepção política, vamos esperar a primeira pesquisa e por fim o resultado,abraço.
Augusto Montenegro precisa de calçadas
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por Edir Veiga
10 de junho, 2013 - 07h03
Como moramos perto de uma academia de ginástica, minha filha vai malhar a pé todos os dias. Quado a mesma chega na A.Montenegro, em frente ao terreno da Yamada, que fica em frente do conjunto Natália Lins, o bicho pega.
Nesta área não tem calçada e a área de acostamento está parecendo um pântano, devido ao matagal exuberante., minha filha me relata que ela divide o espaço com carros em alta velocidade todos os dias ao passar por este local. Creio que uma calçada de 50 metros resolveria esta problemática.
É preciso construir uma calçada com urgência para evitarmos acidentes graves nesta área. Com a palavra a prefeitura de Belém.
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Moisés Ferreira Pinheiro (10 de junho, 2013 - 10h24)
Deveras, você tem razão. Sabe Edir, fico a pensar sinceramente, o que alguns governantes têm na mente e no coração. Medidas similares são simples e não são caras. Caro é o preço emocional que muitos já tiveram que pagar pelas perdas trágicas de muitos entes queridos para a omissão e inércia daqueles que têm condições de evitar algumas mortes.
UFPA pariu mais uma filha
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por Edir Veiga
10 de junho, 2013 - 06h45
Na semana que passou a presidenta Dilma sancionou a criação da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará-Unissespa. Esta universidade significa a materialização de uma visão estratégica sobre o desenvolvimento do Pará iniciado com a nomeação do reitor Seixas Lourenço em 1985.
Seixas Lourenço, hoje reitor da UFOPA, assumiu a reitoria da UFPA ungido pela união entre doutores, Nova República e a esquerda da UFPA, presente nos movimentos estudantil, docente e técnico-administrativo.
Lourenço geriu a UFPA em tempos difíceis, onde a economia da país se encontrava caótica ao período do governo de transição do presidente José Sarney. Porém Lourenço iniciou a implantação de um projeto que transformaria a UFPA, 30 anos depois, na universidade mais interiorizada do Brasil.
O Pró-Reitor de Extensão, NIlson Pinto, um jovem de 34 anos, ficou responsável em iniciar a implantação dos campi em todo o estado do Pará. Naquela época, o hoje deputado federal, dava seus primeiros passos no território da política, e 4 anos anos depois seria eleito reitor da UFPA..
Depois de Lourenço tivemos um círculo virtuoso de doutores à frente da UFPA, como: Nilson, Ximenes, Cristávam, Alex e hoje Maneschy. Sem dúvida nehuma, a UFPA é um exemplo de sucesso na implatação de uma visão de longo prazo.
Além da UFOPA e da UNISSESPA, a Pará conta com a universidade federal bem estruturada com campi em expansão, com um razoável patrimônio físico e intelectual. Em breve a luta por novas universidades deve continuar. Afinal Minas Gerais conta com 7 universidades federais.
Parabéns ao Sul e ao Sudeste do Pará. Parabéns à presidenta Dilma. Parabéns à classe política paraense e brasileira. Parabéns à toda UFPA pelo nascimento de mais uma filhota acadêmica.
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Novo Secretário de Saúde
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Belém
por Edir Veiga
05 de junho, 2013 - 06h58
O prefeito Zenaldo Coutinho tem um abacaxi nas mãos para descascar. Com a saída do médico Joaquim Ramos do comando da Secretário Municipal de Saúde, Zê precisa encontrar um gestor para a pasta. Este novo secretário tem que ter vasta experiência em gestão pública e planejamento. Alguns nomes são cogitados no meio acadêmico, entre eles os nomes dos professores Erick Pedreira e Silvio Gusmão. Esta Secretaria tem sido o grande calcanhar de Aqulis dos prefeitos de Belém. Só na gestão Duciomar, a Sesma trocou de comando mais de 8 vezes (me perdoem se erro na conta, mas foram tantos que passaram...).
Erick Nelo Pedreira
Possui graduação em Odontologia pela Universidade Federal do Pará (1997); mestrado em Odontologia (Diagnóstico Bucal) pela Universidade de São Paulo (2001) e doutorado em Odontologia (Patologia Bucal) pela Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (2007). Foi Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento institucional (PROPLAN) da UFPA. Professor Adjunto da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Pará. Foi Coordenador do Projeto de Extensão: Serviço Integrado de Diagnóstico Oral e Atendimento Odontológico a Pacientes Especiais da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Pará. Professor Regular do Programa de Pós-Graduação em Odontologia - Nivel Mestrado do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Pará. É membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Estomatologia e Patologia Oral - SOBEP. Atualmente presidende o Instituto de Previdência e Assistência do Município de Belém-IPAMB.
Veja o currículo completo aqui
Silvio Romero Buarque de Gusmão
Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Pará (1973), Doutor em Ciências Área de Concentração Biologia (Genética) pelo Instituto de Biocências da Universidade de São Paulo (1988) e pós-doutorado no Departamento de Pediatria da UNIFESP/EPM (1990), Fellow no Department Maternal-Fetal Medicine da Eastern Virginia Medical School / EUA. Professor Adjunto aposentado da Universidade Federal do Pará, Professor Titular do Departamento de Morfologia e Ciências Fisiológicas da Universidade do Estado do Pará. Presidente da Sociedade Brasileira de Ultra-sonografia Secção do Pará. Atua em ultra-sonografia com ênfase no diagnóstico morfológico do feto, e na área da fisiologia e ultra-estrutura celular. Foi Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade do Estado do Pará.
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Belém 2012: Fragmentação só ocorrerá após 15/09
por Edir Veiga 14 de agosto, 2012 - 09h14
por Edir Veiga 14 de agosto, 2012 - 09h14
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