2014: IVEIGA vai fazer pesquisa registrada

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Por Edir Veiga 18 de agosto, 2014 - 05h48

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Pesquisa IBOPE: empate na disputa ao governo e senado

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Por Edir Veiga 17 de agosto, 2014 - 06h29

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Poder Legislativo: veja 2010 e projete 2014

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Por Edir Veiga 15 de agosto, 2014 - 06h21

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2014: IVEIGA vai fazer pesquisa registrada

em por Edir Veiga 18 de agosto, 2014 - 05h48

Aos mecenas da informação política confiável no Pará: informo que estou aceitando contribuições para a realização de pesquisa registrada junto ao TSE/TRE sobre as eleições federal e estadual. Partidos e políticos que contribuirem receberão cópia completa da pesquisa.

Nesta ação, além de minha equipe de especialistas de alto nível da UFPA, contarei com a colaboração de meus alunos que coordenarão e aplicarão a pesquisa de campo a custos zero.

A pesquisa deverá ser divulgada, no dia 19 de setembro, sexta feira.

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Pesquisa IBOPE: empate na disputa ao governo e senado

em por Edir Veiga 17 de agosto, 2014 - 06h29

O Liberal/ORM: governo e senado em empate múltiplo

Ontem, 17 de agosto  foi publicada uma pesquisa estadual sob a responsabilidade de O Liberal/IBOPE.  Esta sondagem confirma todas as pesquisas informais que vêm sendo realizadas nos últimos meses. Ou seja. Uma disputa duríssima ao governo e um múltiplo empate nas eleições ao senado federal.

Para a eleição ao executivo estadual, Helder  38 e Jatene 37 sinalizam um eleitorado super dividido. Aqui o jogo deve continuar assim até o dia do pleito.  Nas eleições ao senado: Mário Couto 16, Paulo Rocha 16, Dudu 14,  Jefferson Lima 13 e Helenilson 4%,  sinalizam que estes serão os principais competidores nas eleições senatoriais,

Nas eleições ao senado cabe um registro: como a margem de erro é de 3% para mais e para menos, todos os quatro primeiros candidatos (Couto, Rocha, Dudu e Lima) estão empatados. Eu tenho poucas dúvidas de que em Belém o candidato Jefferson Lima deve ter uma maioria substantiva, sendo seu principal adversário em Belém o candidato Dudu, pelo enorme ativo eleitoral que deverá ter nas periferias onde asfaltou e pavimentos ruas.

Não creio em grande potencial de disputa em Belém de Couto, Rocha. O crescimento esperado de Helenilson deverá significar a  diminuição de potencial de crescimento de Couto. Creio que no momento da chegada estes quatro principais candidatos chegarão muito próximos uns dos outros. Portanto, apesar do favoritismo de Paulo rocha, devido à mega coligação que o apoia, a fraqueza de Rocha em Belém fará com que Dudu e Jefferson Lima possam estar em pé de igualdade   com Couto e Paulo rocha.

 

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O Liberal/ORM: governo e senado em empate múltiplo

em por Edir Veiga 17 de agosto, 2014 - 06h24

Ontem, 17 de agosto  foi publicada uma pesquisa estadual sob a responsabilidade de O Liberal/ORM.  Esta pesquisa confirma todas as pesquisas informais que vêm sendo realizadas nos últimos meses. Ou seja. Uma disputa duríssima ao senado e um múltiplo empate nas eleições ao senado federal.

Para a eleição ao executivo estadual, Helder  38 e Jatene 37 sinalizam um eleitorado super dividido. Aqui o jogo deve continuar assim até o dia do pleito.  Nas eleições ao senado: Mário Couto 16, Paulo Rocha 16, Dudu 14,  Jefferson Lima 13 e Helenilson 4%,  sinalizam que estes serão os principais competidores nas eleições senatoriais,

Nas eleições ao senado cabe um registro: como a margem de erro é de 3% para mais e para menos, todos os quatro primeiros candidatos (Couto, Rocha, Dudu e Lima) estão empatados. Eu tenho poucas dúvidas de que em Belém o candidato Jefferson Lima deve ter uma maioria substantiva, sendo seu principal adversário em Belém o candidato Dudu, pelo enorme ativo eleitoral que deverá ter nas periferias onde asfaltou e pavimentos ruas.

Não creio em grande potencial de disputa em Belém de Couto, Rocha e Helenilson. Creio que no momento da chegada estes quatro principais candidatos chegarão muito próximos uns dos outros. Portanto, apesar do favoritismo de Paulo rocha, devido à mega coligação que o apoia, a fraqueza de Rocha em Belém fará com que Dudu e Jefferson Lima possam estar em pé de igualdade   com Couto e Paulo rocha.

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Poder Legislativo: veja 2010 e projete 2014

em por Edir Veiga 15 de agosto, 2014 - 06h21

O quociente eleitoral se obtém dividindo o número de votos válidos pelo número de cadeiras em disputa. Aqui você sabe quanto vale, em votos, um assento parlamentar.

O quociente partidário se obtém dividindo o voto partidário ou da coligação pelo quociente eleitoral. Aqui você sabe quantas cadeiras um partido ou coligação conquistará.

 

Sobras eleitorais: se obtém aplicando a fórmula D'Hont das maiores sobras. Quem tem mais votos tem maiores sobras e tende a obter mais assentos que sobraram.

 

Partido ou coligação que não atingir o quociente eleitoral não elege nenhum deputado.

 

Para projetar o quociente eleitoral de 2014, acrescente aos votos válidos das eleições de 2010,  entre 3 e 5% porcento de novos eleitores, que corresponde ao crescimento do eleitorado entre duas eleições no Pará.

 

Normalmente dos 5 milhões de eleitores aptos ao voto, tão somente comparecem às urnas 80%, e destes entre 5 e 6% votam em branco ou nulo. Em 2014 este percentual pode aumentar. Ou seja, projetem o votto válido em 75% do total do eleitorado apto ao voto.

 

Critétios para você projetar a chance de seu candidato à uma vaga parlamentar:

 

1-Verifique se o partido do candidato saiu coligado ou isolado. Parttido que sai sozinho tende a eleger pelo menos um candidato. Caso venha ter pelo menos 60 candidatos com potencial  de voto percapta de dois mil votos por candidato.

2-Coligação partidária tende a eleger pelo menos dois deputados. Veja se nesta coligação existe candidato com mandato. Ex prefeito ou esposa de prefeito. Quando uma destas condições estiver presente, seu candidato terá enorme dificuldade em "varar". Ele pode vir a ser uma "bucha de canhão", ou seja apenas contribuirá com votos para eleger os mais competitivos.

3-Com  base no desempenho do partidos ou coligação em 2010. Projete seu potencial de conquista de assentos em 2014. Veja se este partido está coligado ou não. Veja os favoritos e veja se seu candidato tem recursos organizativos e materiais para enfrentar os candidatos mais poderosos.

 

Deputado Federal 2010

NÚMERO DE VAGAS

VOTOS VÁLIDOS

QUOCIENTE ELEITORAL

17

3.422.655

201.333

 

 

PARTIDO / COLIGAÇÃO

QTD. VOTOS VÁLIDOS PARTIDO / COLIGAÇÃO

QUOCIENTE PARTIDÁRIO

QUANT. VAGAS MÉDIAS

TOTAL CADEIRAS OCUPADAS

PP / PT / PTB / PSC / PR / PHS / PTC / PT DO B

1.318.801

6

1

7

PPS / DEM / PSDC / PRTB / PMN / PRP / PSDB

883.010

4

1

5

PMDB

835.164

4

0

4

PRB / PDT / PSB / PV / PC DO B

345.578

1

0

1

PSOL

35.038

0

0

0

PSTU

2.592

0

0

0

PTN

2.472

0

0

0

 

 

QUADRO QUANT. DE VOTOS NA LEGENDA E NOMINAIS / QUANT. CANDIDATOS ELEITOS E NÃO ELEITOS POR PARTIDO

Partido

Qtd. Votos Legenda

Qtd. Votos Nominais

Qtd. Candidatos

Qtd. Eleitos

Qtd. Não Eleitos

PMDB

43.754

791.410

12

4

8

PT

78.129

651.965

11

4

7

PSDB

71.929

437.305

12

3

9

PPS

3.722

207.098

3

1

2

PTB

7.609

165.901

10

1

9

PSC

2.913

159.352

3

1

2

PR

8.741

143.095

2

1

1

PDT

10.699

136.969

16

1

15

DEM

4.604

130.564

6

1

5

PP

11.453

81.251

1

0

1

PRB

2.930

67.425

7

0

7

PSB

4.433

65.493

4

0

4

PV

6.763

25.410

3

0

3

PSOL

10.547

24.491

15

0

15

PC DO B

2.495

22.961

2

0

2

PRP

2.340

12.915

2

0

2

PSDC

317

5.507

1

0

1

PT DO B

441

5.028

1

0

1

PMN

1.231

2.740

4

0

4

PRTB

639

2.099

1

0

1

PTN

405

2.067

1

0

1

PTC

535

414

1

0

1

PHS

1.974

0

0

0

0

PSTU

2.592

0

0

0

0

 

 

QUADRO DOS VOTOS NOMINAIS DOS DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS EM 2010

Candidato

Partido

Votação Nominal

Situação

WLADIMIR COSTA

PMDB

236.514

ELEITO

ELCIONE BARBALHO

PMDB

209.635

ELEITO

ARNALDO JORDY

PPS

201.171

ELEITO

JOSE PRIANTE

PMDB

172.068

ELEITO

BETO FARO

PT

169.504

ELEITO

ZENALDO COUTINHO

PSDB

154.265

ELEITO

ZEQUINHA MARINHO

PSC

147.615

ELEITO

LUCIO VALE

PR

142.116

ELEITO

NILSON PINTO

PSDB

140.893

ELEITO

MIRIQUINHO BATISTA

PT

126.055

ELEITO

CLAUDIO PUTY

PT

120.881

ELEITO

LIRA MAIA

DEM

119.548

ELEITO

ZE GERALDO

PT

119.544

ELEITO

JOSUE BENGTSON

PTB

112.212

MÉDIA

GIOVANNI QUEIROZ

PDT

93.461

ELEITO

ASDRUBAL BENTES

PMDB

87.681

ELEITO

WANDENKOLK GONCALVES

PSDB

68.547

MÉDIA

 

 

 

 

 

Deputado Estadual 2010

NÚMERO DE VAGAS

VOTOS VÁLIDOS

QUOCIENTE ELEITORAL

41

3.436.613

83.820

 

 

PARTIDO / COLIGAÇÃO

QTD. VOTOS VÁLIDOS PARTIDO / COLIGAÇÃO

QUOCIENTE PARTIDÁRIO

QUANT. VAGAS MÉDIAS

TOTAL CADEIRAS OCUPADAS

PP / PT / PHS

666.483

7

2

9

PMDB

591.410

7

1

8

DEM / PSDB

558.503

6

1

7

PR

290.098

3

1

4

PTB

248.141

2

1

3

PPS / PSDC / PRTB / PMN / PRP

201.506

2

0

2

PSB

187.518

2

0

2

PDT

153.817

1

1

2

PSOL

121.483

1

0

1

PRB

116.533

1

0

1

PTN / PSC / PTC / PT DO B

113.892

1

0

1

PV

108.297

1

0

1

PC DO B

73.373

0

0

0

PSTU

5.559

0

0

0

 

 

QUADRO QUANT. DE VOTOS NA LEGENDA E NOMINAIS / QUANT. CANDIDATOS ELEITOS E NÃO ELEITOS POR PARTIDO

Partido

Qtd. Votos Legenda

Qtd. Votos

Nominais

Qtd. Candidatos

Qtd. Eleitos

Qtd. Não Eleitos

PMDB

48.131

543.279

40

8

32

PT

69.311

471.788

35

8

27

PSDB

49.886

358.409

14

6

8

PR

16.330

273.768

38

4

34

PTB

14.983

233.158

19

3

16

PSB

7.551

179.967

34

2

32

DEM

9.636

140.572

9

1

8

PDT

27.433

126.384

27

2

25

PSOL

6.946

114.537

12

1

11

PRB

7.251

109.282

45

1

44

PV

8.404

99.893

20

1

19

PP

21.421

95.251

12

1

11

PPS

9.317

92.307

28

1

27

PSC

6.004

82.039

26

1

25

PC DO B

3.607

69.766

58

0

58

PMN

2.982

46.605

6

1

5

PRTB

1.090

23.596

3

0

3

PRP

5.630

13.817

4

0

4

PTC

1.062

13.067

10

0

10

PT DO B

643

9.167

6

0

6

PHS

2.994

5.718

4

0

4

PSDC

781

5.381

5

0

5

PSTU

2.512

3.047

2

0

2

PTN

685

1.225

3

0

3

 

 

QUADRO DOS VOTOS NOMINAIS DOS DEPUTADOS ESTADUAIS ELEITOS EM 2010

Candidato

Partido

Votação Nominal

Situação

EDMILSON RODRIGUES

PSOL

85.412

ELEITO

MARCIO MIRANDA

DEM

67.530

ELEITO

MANOEL PIONEIRO

PSDB

54.047

ELEITO

SIMONE MORGADO

PMDB

50.946

ELEITO

CHICO DA PESCA

PT

49.702

ELEITO

SHYDNEY ROSA

PSDB

48.931

ELEITO

BORDALO

PT

45.075

ELEITO

ALEXANDRE VON

PSDB

44.837

ELEITO

CILENE COUTO

PSDB

43.924

ELEITO

MARTINHO CARMONA

PMDB

43.457

ELEITO

JUNIOR FERRARI

PTB

43.279

ELEITO

JUNIOR HAGE

PR

41.835

ELEITO

TIÃO MIRANDA

PTB

41.193

ELEITO

JOSÉ MEGALE

PSDB

40.090

ELEITO

CHICÃO

PMDB

39.856

ELEITO

VALDIR GANZER

PT

37.463

ELEITO

LUIZ REBELO

PP

36.652

ELEITO

ANA CUHA

PSDB

35.336

MÉDIA

BERNADETE TEN CATEN

PT

33.736

ELEITO

AIRTON FALEIRO

PT

32.893

ELEITO

EDUARDO COSTA

PTB

32.458

MÉDIA

LUZINEIDE

PR

32.435

ELEITO

EDILSON MOURA

PT

32.402

ELEITO

NILMA LIMA

PMDB

30.359

ELEITO

PARSIFAL PONTES

PMDB

29.863

ELEITO

FERNANDO COIMBRA

PDT

29.036

ELEITO

ANTONIO ROCHA

PMDB

28.977

ELEITO

JOSEFINA CARMO

PMDB

28.544

ELEITO

ELIEL FAUSTINO

PR

28.537

ELEITO

MACARRÃO

PMDB

28.120

MÉDIA

PIO X

PDT

26.269

MÉDIA

CASSIO ANDRADE

PSB

25.414

ELEITO

BELO

PSB

24.292

ELEITO

GABRIEL GUERREIRO

PV

23.541

ELEITO

ALESSANDRO NOVELINO

PMN

23.389

ELEITO

RAIMUNDO SANTOS

PR

23.250

MÉDIA

ZÉ MARIA

PT

23.128

MÉDIA

MILTON ZIMMER

PT

22.906

MÉDIA

JOÃO SALAME

PPS

22.127

ELEITO

DIVINO DOS SANTOS

PRB

22.118

ELEITO

HILTON AGUIAR

PSC

15.615

ELEITO

 

 

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Senado 2014: no Pará tudo pode acontecer

em por Edir Veiga 05 de agosto, 2014 - 13h16

Ninguém pode a priori dizer que existe hoje uma tendência de provável vencedor para o senado no Pará. Caso a disputa estivesse no seu leito normal nós poderíamos afirmar uma tendência de que os principais contendores seriam o candidato  da coligação  liderada pelo PMDB, Paulo Rocha e  um candidato  apoiado pela coligação governista, liderada pelo PSDB.

Mas esta disputa senatorial tomou caminhos impensáveis há um ano atrás. O governador Jatene, à revelia do PSDB lançou a candidatura do vice governador Helenilson Pontes deixando perplexo o candidato natural governista, o tucano senador Mário Couto. Este fato acabou por despontecializar a recandidatura de Mário Couto e criou graves entraves  para a unidade tucana nesta disputa estadual.

O favoritismo da oposição para a eleição senatorial parecia clara, afinal  uma ampla coligação de partidos vêm embalando esta candidatura. Porém a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Pará-TRE/Pa mudou todo  este favoritismo percebido pelos analistas sérios deste estado. O TRE impugnou o oposicionista Paulo Rocha ao senado.  Este fato vem produzindo um imenso sangramento nesta candidatura nos grandes centros urbanos.

Acredito que esta questão venha a permear todo o período da competição eleitoral, num pleito que ameaça ser amplamente dominado por discursos moralistas.  Creio que ao final de tudo Paulo Rocha, mesmo que venha reverter esta questão jurídica perderá muitos votos a partir desta impugnação, o que lhe poderá ser fatal nesta disputa. Mesmo antes da impugnação Rocha vinha apresentando baixa intenção de voto na região metropolitana.

A posição de Jatene sobre a reeleição de Couto e a impugnação de Rocha, diminuíram, em muito, as possibilidades eleitorais deste dois candidatos, que seriam os naturais candidatos mais competitivos nesta disputa vindoura.

Por outro lado, o TRE também acabou de impugnar o candidato ao senado Duciomar Costa, que além de ter sido, recentemente prefeito da capital por oito anos, ostenta um cartel que o consagrou como um campeão de voto na história recente da política paraense. Dudu, mesmo que venha a reverter esta impugnação, a exemplo de Rocha, estará amplamente sangrando eleitoralmente perante a opinião pública. A decisão do TRE também está despotencializando um eventual poder competitivo do candidato Dudu ao senado federal.

Quem sobra, nesta   altura do campeonato, com grande poder competitivo? O radialista e apresentador de TV Jefferson Lima vem apresentando um belo desempenho nas intenções de votos nos grandes centros urbano de todo o estado do Pará.  Neste Momento Lima vem sofrendo um excelente recall como subproduto de seu belo desempenho nas eleições municipais de 2012 em Belém, quando o mesmo candidatou-se à prefeitura municipal.

Já o candidato Helenilson Pontes ainda não apresenta um potencial de decolagem eleitoral, mesmo  em sua região de origem o baixo amazonas. Mas como a máquina administrativa e política do governo estadual pesa, não é demasiado afirmar que Helenilso deverá crescer num patamar razoável até o dia das eleições. Mas o crescimento de Helenilson será fatal para as pretensões de reeleição do candidato Mário Couto. Creio que se a candidatura Helenilson for mantida, este chegará aos 20% até o dia da eleição.

Em síntese. O jogo para o senado está em aberto. A disputa eleitoral será muito dividida pelo interior do Pará entre Paulo Rocha, Mário Couto, Helenilson e eventualmente Duciomar Costa. Caso Jefferson Lima consiga  uma votação próxima dos 12% pelo interior e obtiver uma grande votação na região metropolitana, poderá chegar no dia da eleição em pé de igualdade com os candidatos que hoje ostentam maior potencialde disputa  em matéria de apoio partidário e estrutura administrativa e financeira.

Tenho dito.

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Pará 2014- campanha udenista ou de programas?

em por Edir Veiga 03 de agosto, 2014 - 15h05

A União Democrática Nacional fazia campanhas presidenciais e estaduais com um discurso fortemente moralista, pois esta tática de campanha eleitoral era percebida como a maneira mais eficaz de enfraquecer os  partidos “populistas” PTB e PSD, ligados ao presidente Getúlio Vargas.

Na década de 1950 o bloco varguista acumulava enorme ativo político perante a população urbana, notadamente a classe operária. A UDN só poderia fazer frente aos adversários através de denúncias bombásticas de corrupção.  A UDN era um partido assumidamente ultra liberal  direitista e lutou, sem sucesso pela conquista da presidência durante toda a República de 1946.

No Pará, o ativo acumulado pelo grupo do governador Magalhães Barata projetava uma hegemonia duradoura na política paraense.  Aqui em nosso estado, Barata militava no Partido Social Democrático-PSD e tinha contra sí um enorme leque de partido que lhes faziam oposição que juntava da UDN até partidos e ativistas de esquerda.

Tanto em nosso país como no Pará Vargas, Barata e seus partidários dominaram a  cena política até suas mortes, os direitistas da UDN chegaram subjugados ao governo em aliança com os generais de 1964. A UDN seria o embrião do PDS-PFL , que hoje são os Democratas-DEM.

Em 2014 no Pará, o PMDB, ausente do comando do governo estado desde 1994 entra na disputa estadual  com reais possibilidades de travar uma disputa equilibrada,  e com chances objetivas de vitória. O PSDB, apesar de estar com a máquina administrativa e política do governo está fragilizado por dois motivos centrais:  estar ocupando o poder desde 1994, com um intervalo entre 2007 e 2010, e caso vença as eleições de 2014, chegará até 2018  a 20 anos de governo no espaço de 24 anos, e isto aguça psicologicamente o eleitorado para a ideia genérica de mudança e o segundo motivo da fragilidade tucana no Pará é o fato  do governo Jatene, entre 2011-2014 não ter enfrentado com sucesso a agenda pública materializada nas reivindicações por assistência à saúde, segurança e saneamento básico. Na capital, soma-se a “grita” por mobilidade urbana.

Em todas as sondagens eleitorais, públicas ou informais, parece clara que a avaliação positiva do  governo Jatene não ultrapassa os 30%, o que coloca claramente o sinal de alerta nos hostes tucanos. O principal candidato oposicionista, o pemedebista Helder Barbalho  vem surfando nos desacertos que foram cometidos no ninho tucano nos últimos seis meses  e no desejo genérico do eleitorado por mudança.

Eu diria neste momento que o candidato oposicionista já acumula vitórias parciais nesta campanha iniciante materializada no fato de nunca ter disputado um cargo majoritário e estar, neste momento, disputando em pé de igualdade com um governador incumbente  as intenções de votos na população paraense.

No entorno de Jatene e Helder, que devem protagonizar uma disputa equilibrada até o dia da eleição, os grupos e partidos se organizam.  Os tucanos fragilizados pelos longos anos no poder político no Pará atacarão no ponto mais fraco de Helder Barbalho, que são as denúncias renovadas que o grupo governista e seus aliados na grande imprensa  perpetram contra a passagem do senador Jáder Barbalho pelo governo do Pará.

Parece que os tucanos, em sua busca para despotencializar o candidato oposicionista deverão demonizar a candidatura Helder com uma campanha no velho modelo udenista, onde o apelo moralista e o combate a corrupção deverão dominar a estratégia tucano nos meios de comunicação e nas redes sociais.  Como o PMDB e seus aliados buscarão escancarar denúncias contra Jatene e seu governo, poderemos esperar uma campanha onde o confronto moralista e denuncista deverão ocupar mais tempo do que os debates programáticos.

Não advogo uma campanha  eleitoral livre de polêmicas, denúncias e debates acalorados. Acredito sim que a campanha eleitoral é o momento de mostrar propostas e diferenças entre os candidatos, inclusive no ponto de vista moral. Mas o exagero, seja no denuncismo, seja no apoliticismo são prejudiciais ao debate democrático. Mas eu acredito piamente que  assistiremos nas eleições de 2014  uma campanha baseada no moralismo, no denuncismo e na despolitização.  Creio que o eleitorado ficará decepcionado com o estilo de campanha que se aproxima para o governo do Pará.

Na luta política eleitoral sempre assistiremos a situação maximizando seus acertos e minimizando seus erros e a oposição maximizando os erros do governo e minimizando os acertos: assim funciona a democracia. Cabe aos partidos em disputa municiarem o eleitor com o máximo de informação possível, sem dúvida nenhuma quem melhor convencer  a maioria do eleitorado receberá a maioria dos votos.

Tenho dito.

 

 

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2014: Disputa sanguinária em curso.

em por Edir Veiga 29 de junho, 2014 - 19h46

Jatene e Helder formaram super coligações eleitorais. Ou seja, o segundo turno acontecerá ainda no primeiro. A iminente inviabilização da candidatura de uma terceira via competitiva, representada pelo ex prefeito Duciomar Costa parece que se materializa. Caso as demais candidaturas dos micro partidos não atinjam 5%  de votos, a eleição poderá se decidir em primeiro turno.

A presença de diversas candidaturas governistas ao senado  potencializa a vitória da candidatura da coligação PMDB/PT, representada pelo ex-deputado federal Paulo Rocha.

As possibilidades de vitória da recandidatura  Jatene é inversamente proporcional à estruturação da candidatura Helder nos grandes centros urbanos do estado. Caso os governistas não consigam demonizar Helder, as chances desta oposição moderada aumentam enormemente.

Assistiremos uma das eleições mais sangrentas dos últimos 30 anos para o governo do Pará. A agenda negativa deve ser hipertrofiada, tendo em conta o equilíbrio da disputa em curso. O voto de esquerda e progressista deve ser dividido entre o PSOL (5%) e os votos brancos e nulos(5%).  Os votos brancos e nulos, que sempre ficam em torno de 6%, deve chegar, nestas eleições ao montante dos 11%, o que representaria em torno dos 450 mil votos de protesto.

Contra Jatene pesa o longo período de mandonismo do PSDB no Pará e contra Helder pesaria a disputa bipolar dos meios de comunicação,  onde o nome de Jáder e sua relação com acusação de corrupção é constantemente retroalimentado pelo grupo de comunicação rival.

Jatene enfrentará outro adversário terrível que é a agenda pública que hoje assola o País, e que é materializada por reivindicações sintetizadas nas jornadas de junho de 2013, onde a eficácia dos serviços públicos é uma exigência do cidadão comum das cidades brasileiras: saúde, segurança e saneamento sintetizam estes clamores. Nas grandes cidades soma-se  o desejo por uma mobilidade urbana que humanize idas e vindas ao trabalho cotidiano.

Contra Helder, pesará subsidiariamente  sua história na administração pública, representada pelo balanço de seus 8 anos à frente do governo de Ananindeua. Enfim, estas eleições desnudarão os Reis. Quem for podre vai se quebrar.

Todas minhas pesquisas informais indicam que a experiência administrativa e a capacidade em realizar serão os critérios fundamentais para  o eleitor mediano escolher seu candidato ao governo.  Somente 10% do eleitorado  levará em conta a questão da corrupção para decidir o seu voto. Portanto, será o voto retrospectivo que orientará a tomada de decisão do eleitor paraense.

Como esta eleição deverá ser marcada pelo alto grau de acusações mútuas, existiria teoricamente o espaço para uma terceira via competitiva. Mas a esquerda, representada pelo PSOL, abriu mão de nomes com poder para competir porT esta possibilidade, e por isso, dificilmente a população encontrará uma alternativa perceptiva eleitoralmente capaz de fazê-la  descartar as alternativas que se apresentarão.

Estas são as tendências que percebo hoje. Mas poderemos ser surpreendidos ainda, por um percentual de votos brancos e nulos muito acima de minhas previsões iniciais.

Tenho dito.

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2014: o PP rifará Jefferson Lima?

em por Edir Veiga 21 de junho, 2014 - 23h30

A corrida para o executivo está mais ou menos alinhavada. Os candidatos mais competitivos deverão ser três: Jatene, Helder e Duciomar. Os lances mais surpreendentes deverão ficar para a apresentação de candidaturas à única vaga ao senado federal.

Parecem certos os nomes de Paulo  Rocha pela coligação PMDB/PT e Helenilson Pontes pelo PSD e com apoio explícito do governador do estado.  A candidatura de Mário Couto pelo PSDB ainda está em processo de definição desde que este declarou desistência da luta por esta vaga ao senado e a decisão de disputar a vaga para o governo na convenção do PSDB. Por outro lado o PP anunciou a pré candidatura de Jefferson Lima ao senado.

A questão Mário Couto está vivendo um impasse e pode chegar as vias dos fatos, pois o senador paraense não admite mais de um candidato na base governista. O cálculo é simples: se a base do governo lançar mais de um candidato estará potencializando a vitória do candidato da aliança PMDB/PT.

O arranjo que atenderia as reivindicações do senador Couto seria a retirada das candidaturas de Helenilson Pontes e de Jefferson Lima. A questão é: Jatene estaria disposto a “bancar” esta decisão num contexto de claro confronto com o senador  Mário?

Por outro lado, Jefferson Lima, se vier a ser candidato ao senado poderá ser a grande surpresa eleitoral. Hoje ninguém se aproxima deste nome em todas as sondagens acadêmicas que executei[EV1] . Abortar a candidatura Jefferson Lima poderá se constituir no maior erro eleitoral do governador Jatene e de Gerson Peres, presidente do PP.

Não tenho dúvida de que Jefferson Lima, num contexto de fragmentação das candidaturas governistas ao senado é o único nome que poderia fazer frente à candidatura Paulo Rocha. Caso o governo venha a abortar esta candidatura teria dupla perda: perderia um nome com densidade eleitoral em todas as regiões do estado e mais, potencializaria a ida deste candidato para as hostes da oposição. Sem falar da enorme perda eleitoral  que o PP e Gerson Peres acumulariam para o futuro próximo.

Creio que tudo pode acontecer até o dia 06 de julho. É esperar para conferir.


 [EV1]bort

 

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2014: Todos podem vencer

em por Edir Veiga 15 de junho, 2014 - 08h17

  A oposição eufórica contabiliza  uma coligação eleitoral com 11 partidos, incluindo PR  e DEM. Todas sondagens indicam uma percepção mais negativa do que positiva do governo incumbente. Jatene só mantém força perceptível no nordeste paraense.

Mas um governador recandidato sempre será um osso duro de roer.  Os estrategistas tucanos acreditam que Jatene vencerá bem na região metropolitana e no nordeste do Pará e equilibrará a disputa no sudoeste e  sul do Pará. Neste cenário, os tucanos chegariam nas eleições com boas chances de vitória. Jatene   vem sendo amplamente rejeitado no oeste do Pará.

O perfil das notícias políticas hoje veiculado no jornal O Liberal já nos antecipa a face da campanha que nos aguarda nos próximos meses. Será uma campanha duríssima em todos os seus aspectos, eu diria que esta disputa nos lembrará em muito os anos cinquenta e sessenta da política paraense envolvendo baratistas versus não baratistas.

Enquanto os maiores polarizadores desta competição se preparam para as batalhas “sangrentas”, onde o passado e o presente de todos serão revisitados, novas perspectivas se abrem para este pleito que poderá contribuir para amenizar os choques entre PSDB e PMDB. Este fator chama-se terceira via ou Duciomar Costa do PTB.  Todas as informações fidedignas que recebo indicam que Dudu será candidato até com 40 segundo de TV. Hoje Dudu já contaria com dois minutos, que seriam o tempo do PTB, PRB e PRTB.

Dudu contaria com três fatores que se somariam desde já em seu favor. Primeiro é que a marca da corrupção ou  malversação de recursos públicos é uma característica que já está impregnada em todos os três principais candidatos. Na verdade o povão acha que todos os três candidatos  são corruptos. E como tal, o que os diferenciará será a capacidade de realização retrospectiva. O Mais realizador terá mais chance de crescer.

Os assessores de Dudu  entendem que o mesmo é  muito conhecido nas regiões próximas de Belém e por ter sido eleito senador, não seria desconhecido no Pará. O pouco tempo na TV não o prejudicaria, haja vista que já é uma figura pública de grande notoriedade.

Um segundo fator amplamente visualizado pelos observadores políticos e por Dudu, em particular, é que todo o racha protagonizado dentro do PSDB tende a desaguar no porto do “homenzinho de Traquateua”. Dudu espera receber muitos apoiadores oriundos do grupo do senador defenestrado Mário Couto. Ninguém deixa de perceber que Couto tem um grande aliado dentro do PSDB, que é o deputado Nilson Pinto, e a terceira via sonha com estas adesões, mesmo que venham a ser informais.

Uma terceira grande perspectiva dos formuladores da terceira via é contar com o arrefecimento da intenção de voto no candidato do PMDB Helder Barbalho. Todos esperam que o que ocorreu com Socorro Gomes em 1992, Elcione em 1996 e Priante em 2012 venha a se repetir em 2014 com a candidatura Helder. Estes candidatos, segundo estes observadores, naufragaram após serem explicitamente conectados, em Belém, à figura do senador Jáder Barbalho, nas disputas para a prefeitura. Assim todos esperam que Helder venha sofrer este mesmo fenômeno nas regiões urbanas dos grandes centros eleitorais do estado.

Como o voto de Helder é um voto anti-Jatene, uma possível  queda da preferência eleitoral em Helder teria como destinatário a terceira via, representada pelo pequenino de Traquateua. O mais novo cálculo dos arraiais  da terceira via é a certeza de que a escolha do DEM como vice do PMDB, reduziria o voto petista mais programático e ideológico no candidato do PMDB. Este voto seguiria o rumo do PSOL. Assim o PMDB perderia mais uma parcela significativo de votos nas regiões mais populosas do estado.

Nesta percepção da distribuição espacial do voto nas eleições estaduais de 2014, a terceira via, não teria, em nenhuma hipótese menos de 17% dos votos válidos, o que equivaleria dizer que Dudu se transformaria no maior eleitor do Pará num eventual segundo turno. Ou seja, sobraria para a elite política apoiadora do terceira via, farto espaço no secretariado do governador eleito. Todos  estariam bem posicionados para os próximos 4 anos.

Como vemos, o cenário político do Pará está clareando. Os tucanos podem vencer. O PMDB pode vencer. E a terceira pode vir a fazer a diferença. O jogo ainda está aberto.

 

Tenho dito.

 

 

 

(4) O que você achou?

Pedro Diono (15 de junho, 2014 - 10h13)

Boa análise!

ALAN WANTUIR (15 de junho, 2014 - 11h40)

CONCORDO EM PARTE DESTA VEZ PROFESSOR, EU É QUE NÃO IRIA QUERER DO MEU LADO PRA FAZER PALANQUE AQUI NA CAPITAL AQUELE QUE É O PAI DO PIOR PROJETO DE MOBILIDADE URBANA QUE O MUNDO JÁ VIU E QUE TORROU UMA GRANA PRETA PARA OS BOLSOS DE NINGUÉM SABE. NA POLÍTICA MUITA COISA NÃO SE RETRATA EM NÚMEROS, ELA É CIRCUNSTANCIAL, ENTÃO, POR ISSO, EM PARTE CORCORDO COM SUA ANÁLISE.

Alberio (15 de junho, 2014 - 12h52)

E as duas eleições de Helder? Como se explica. Ananindeua não é o segundo colegio eleitoral da RMB?.A verdade não seria que Priante nunca foi, realmente, candido do (e não pelo) PMDB?

2014: novo ator no tabuleiro político.

em por Edir Veiga 09 de junho, 2014 - 05h13

Em todas as sondagens informais que tenho feito, de interesse acadêmico, uma figura vem aparecendo de forma  espetacular, quase inacreditável, é a figura do radialista, apresentador de TV e ex-candidato a prefeito pelo PP, Jefferson Lima.  Para vocês terem uma ideia, este nome é o mais citado expontaneamente  para as disputas que vai de deputado estadual, federal. Para o  senado, detém maioria esmagadora das citações na região metropolitana e domina, por pouca diferença,  todo o estado.. Mesmo nas eleições para o governo J. Lima fica entre os três primeiros.

Nas pesquisas qualitativas que tenho procedido sobre o nome de Jefferson Lima observo uma grande aceitação no seio das camadas mais pobre da população e uma super rejeição nas camadas médias e intelectualizadas da sociedade.

A razão da grande rejeição de Jefferson Lima nas camadas médias e intelectualizadas deve-se à péssima lembrança retrospectiva que o eleitorado guarda da gênese e ascensão   do radialista e apresentador de TV Wladimir Costa na política paraense. O deputado Wladimir é muito rejeitado pelas classes médias belenenses, e tem muito a ver com seu estilo de “fazer política” pouco apreciado pela intelectualidade.

As classes médias da região metropolitana veem em Jefferson Lima uma espécie de clone do deputado Wladimir Costa, daí a enorme rejeição de Lima neste segmento social. J. Lima tem voz semelhante a Wladimir, é denunciador, semelhante a Wladimir e começa a trilhar no sentido da política como Wladimir, resultado J. Lima é rejeitado pelos segmentos mais esclarecidos da sociedade.

As sondagens indicam que Jefferson Lima será um fenômeno eleitoral dentre os segmentos mais pobres do eleitorado, ou seja, Lima tem densidade própria e não depende de nenhum outro candidato e nem dependerá de máquina administrativa ou financeira. J. Lima deverá obter o famoso voto de opinião de quem não tem opinião, ou seja, do esquecido pelo poder público, do despolitizado, do desideologizado, enfim do lupem proletariado. Aquela massa amorfa de quem nos falou Marx no 18 de Brumário.

Creio que Jefferson Lima deverá neste momento se preparar para ser um novo ator na política paraense. Para isso deverá firmar um perfil republicano que combine governança na tomada de decisão e controle público nos resultados de governo. Enfim, na seara das elites paraenses, está surgindo um filho do proletariado, que se bem preparado pelo seu partido, o PP, poderá trazer novas perspectiva para o povo pobre das periferias, aquele povo que ainda não foi atingido pelos serviços públicos no cotidiano.

Mas J.Lima, que neste momento se propõe a ser candidato ao senado federal, com grandes chances, caso o saiam candidatos Mário Couto e Helenilson Pontes, e caso Paulo Rocha não cresça na região metropolitana, precisará dominar  temas complexos de dimensão federal como: O estado Federativo, Pacto Federativo em dimensões política, econômica, educacional, saúde, saneamento  etc. Assim, como toda a arquitetura teórica do Estado brasileiro. A tarefa não é fácil para quem está debutando na atividade política de forma competitiva.

Mas J.Lima é bom de voto e com certeza saberá enfrentar suas deficiências teóricas e polítics. Tomara que com sua prática venha a convencer os segmentos médios e intelectuais de que pode ser sim, um republicano e venha quebrar o preconceito  wladimiriano de que está acometido.

 

Bem vindo ao mundo da política Jefferson Lima

 

Tenho dito.

 

(8) O que você achou?

Carlos Baía (09 de junho, 2014 - 07h09)

Falou Tudo!!!! Seja bem vindo, Jefferson Lima, a juventude (me incluo) te colocaremos lá, mas não nos decepcione, como outros já fizeram. Boa Sorte!!!

Luciano Santos (09 de junho, 2014 - 10h51)

Acredito na mudança e na oportunidade que o Jefferson Lima está tendo, acredito que J.L será um ótimo Senador.

Sousa (09 de junho, 2014 - 11h39)

Quais são as possibilidades de Jefferson Lima tornar-se o herdeiro do eleitorado que um dia foi foi de Duciomar Costa?

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Este Blog é um espaço de informação sintética sobre fatos políticos Nacional e estadual e sobre a vida da comunidade da UFPA. Quem quiser acompanhar ensaios, artigos, debates políticos e acadêmicos deve acessar aqui.


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